sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

06. Tabu (Miguel Gomes, 2012)

É de uma tristeza quase melancólica acompanhar o romance de ambos da parte em que nos é jogada, onde já sabemos o trágico destino do casal. E talvez a cena de abertura seja uma das mais bonitas e tristes que assisti no cinema, é de um peso assombroso.

05. Killer Joe (Willian Friedkin, 2011)

Uma surpresa incrível pra mim. Killer Joe é certamente um dos personagens mais divertidos que esbarrei. Aquela cena do frango frito tem tudo para figurar entre as melhores do ano, se não for a melhor. E é definitivamente o filme pra comprovar que PUTA ATOR é esse Matthew McConaughey!

04. Quantum of Solace (Marc Forster, 2008)

O roteiro lhe entregou vários momentos que nas mãos de um diretor talentoso poderiam figurar entre os mais empolgantes do ano. Mas a total falta de talento do cara em filmar o que seja, fez esse aqui ser 90% do tempo desinteressante e uns 10% razoável.

03. Moonrise Kingdom (Wes Anderson, 2012)

O filme mais agradável do Wes Anderson. Ele até consegue disfarçar aquela melancolia habitual de forma que ela parece até bonitinha quando transmitada pelo pequeno casal. Sei lá porque, mas Pierrot Le Fou me veio a cabeça em vários momentos, e se não tão maravilhoso quanto esse, ainda assim é extremamente bom.

02. Cosmopolis (David Cronenberg, 2012)

Adorei aquela filosofia absurda sendo vomitada enquanto um caos absoluto explode em volta daquela limosine. E a atuação do Pattison ta surpreendentemente fantástica. Um Cronenba das antigas: verborragico, erótico e grotesco.

01. Jacob's Ladder (Adrian Lyne, 1990)

Um homem vagando pelas ruas com o fardo de enxergar mais do que devia, como se uma cortina se abrisse em seus olhos e o que se revelasse fosse uma mutação bizarra entre o que nós temos e o que o inferno tem para oferecer. Perturbador.

2013 com 365 filmes.

De todas as resoluções de ano novo, essa é a unica que realmente quero cumprir (até existem outras que quero mais, mas que não dependem apenas de mim). Quero assistir um filme por dia, pelo menos. Não é porque assisti dois em um dia que no próximo posso ficar sem nada. Todo dia, um ao menos. A não ser, claro, que uma eventualidade muito foda me impeça. Nesse caso devo recuperar com dois, três, quatro... em dias futuros. Pensei e acho que isso seria uma ótima coisa para mim. Não existe nada que goste mais do que assistir filmes, e isso me forçaria a conhecer coisas muito interessantes que sabe-se lá quando (e se) realmente aconteceria. E se possível, um mega breve comentário no blog de cada um.