segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

A Companhia dos Lobos (Neil Jordan, 1984) *


Achei que ele não se decidiu bem entre o metafórico e o simplesmente non sense. Não que isso tivesse algum problema caso fosse satisfatório no caminho escolhido, mas não achei o caso. O cara até tentou criar um tom de fábula dark, com aquela fotografia sombria e onírica que mistura algo mais teatral com uma elegância clássica, mas apesar do visual interessante a simples ação de contar a história é bastante frágil. São poucos momentos realmente interessantes, de alguma relevância. Cito aqui a cena da transformação dos burgueses em lobos no casamento. É o ponto alto. Mas de resto o filme se mantem bem morno.

4 comentários:

Paloma Rodrigues disse...

Não gostou? Me dá o dvd! :D N ão acho pra vender, e costumava ter por 12 pila :P

Thiago disse...

Quer mesmo? Te dou. =}
Mas não é que não gostei, uma estrelinha agora são os que considero de bons a médio, mas que não me marcaram muito. =P

Mas então é teu!

Pri Zorzi disse...

Eu não sei bem o que pensei. Ele tem um ar lúdico dark que é bem interessante, além do visual bacana (especialmente pra época). Mas ainda assim não conseguiu me marcar muito, alguma coisa ali não grudou.

Paloma Rodrigues disse...

\o/ Eeeeee!

Eu acho que se eu tivesse olhado esse filme hoje em dia pela primeira vez, também não acharia nada de mais.

Mas ele me marcou um monte, porque era diferente das coisas que eu geralmente via quando pequena.

O que me lembra que tu não viu Elvira hahaha