terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Harry Potter e o Enigma do Príncipe (David Yates, 2009)


Ta, bem mais decente que o anterior. O Yates ta menos epiléptico, parece ter o filme mais no controle, e não está totalmente desprovido de sentimento como antes. Pelo contrário, o clímax é bem bom, principalmente em comparação com o horroroso de a Ordem da Fênix. Quanto a ter se tornado uma malhação de bruxaria, bom, eu acho válido até. Não tem como ignorar que as crianças que acompanharam a série desde o inicio cresceram, os interesses delas mudaram, e que seus personagens também acompanhem essa evolução natural, que eles não estejam apenas interessados em combater bruxos demoníacos das trevas. O problema é que ele não passa de decente. Não é ofensivo, chega a ser gostosinho de acompanhar (o mais light depois dos dois primeiros), mas também não tem nada que o eleve muito mais que isso. Enfim, fiquei um pouco mais otimista com o desfecho agora, mas não muito.

4 comentários:

Pri Zorzi disse...

Eu acho esse filme bem medíocre. Tudo bem levar um pouco mais pro lado Malhação, mas o filme fica só nisso. Ele não acrescenta quase nada ao plot principal exceto a morte do Dumbledore. Porque nem a traição do Snape convence, do jeito que aquele CUZÃO do Yates deixou ele com cara de bonzinho.

Paloma Rodrigues disse...

Medíocre é pouco. Acho esse o pior de todos. Foi o que me fez passar mal :P Até então, eu tinha esperança de ter um filme decente de HP, e o 6 destruiu isso.

=/

Pri Zorzi disse...

Revendo agora, achei o quinto pior do que esse, porque o quinto mutila a história. Mas esse é bem horrível também, o filme consegue ser mais vazio do que o livro. Tira toda a emoção e o suspense.

Pinu disse...

eu ainda vou rever todos...

(respira... fundo... conta... até 10..........)

ok, mais calma. Pretendo rever todos, especialmente porque deletei os últimos quatro da memória, pois meu ódio pelos filmes é crescente.

Este então, achei sofrível, especialmente as imprecisões na história que não fazem favor algum ao filme.

A única coisa que gostei não existia no livro, que é a história do peixinho da Lilly.